Caneta para arquitetura: qual escolher?

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caneta para arquitetura

Caneta para arquitetura: qual escolher?

O desenho técnico e mesmo os projetos mais livres são realidades que marcam presença nos estudos e também em trabalhos de arquitetura. Alguns materiais vão acompanhar todos esses projetos, sendo o papel e as lapiseiras os mais básicos e indispensáveis. Ainda assim, a caneta para arquitetura vai ser necessária para diferentes necessidades.

As canetas para arquitetos não são nada de outro mundo! É fácil encontrá-las, inclusive com uma boa variedade que permite a comparação de qualidade, preço e adaptação, entre outros fatores. Neste artigo, vamos listar os principais tipos de canetas para arquitetura e suas utilidades no desenho técnico e em croquis, ilustrações e afins.

Tipos de caneta para arquitetura

Se considerarmos que canetas se diferenciam por ter um pigmento permanente, diferente do grafite que pode ser apagado e esfumado, já vamos encontrar diversos tipos e materiais disponíveis mercado.

Cada tipo terá alguma especificidade quanto à cores, durabilidade, aplicação e papel mais adequado para o uso. A seguir, conheça os tipos de canetas mais comuns utilizados por arquitetos.

• Caneta nanquim: é uma caneta de tinta preta, o próprio nanquim no caso. Pode ser descartável ou recarregável e também tem diferentes formatos e tamanhos de bico. Além da caneta já pronta, o nanquim pode ser aplicado com bico de pena, que também tem variações em tamanho. Para os arquitetos, principalmente para o desenho técnico ou esboços, a caneta dá mais firmeza e segurança no traço.

• Hidrográfica: é a popular “canetinha”, colorida e com tinta a base de água. As canetas hidrográficas são fabricadas por várias empresas, o que contribui no grande número de opções disponíveis considerando tamanho da ponta, efeitos do pigmento, etc.

• Esferográfica: muito comum, é a caneta azul ou preta do dia a dia. Em sua ponta, conta com uma minúscula esfera que desliza pelo papel aplicando a tinta de forma uniforme. Existem 4 espessuras padrão para as canetas esferográficas, classificadas como extrafina (0.7 mm), fina (0.8 mm), média (1 a 1.2 mm) e grossa (1.6 mm).

• Marcador: existem em diferentes cores e, geralmente, têm tinta a base de solventes, em formatos como canetas de ponta pincel ou mais grossas, a exemplo dos “canetões” para quadro branco, marcador para vidro, caneta marca-texto, etc.

• Pincel: a caneta de ponta pincel existe tanto para tinta nanquim como base cores a base de água ou de solventes. Seu diferencial é ter uma ponta mais alongada e flexível, que pode ser manipulada para criar traços em diferentes espessuras. Para os arquitetos, são muito úteis para croquis, layouts coloridos e afins.

Utilidades das canetas no desenho técnico

Como citado lá no início, o básico do desenho técnico é obtido com a lapiseira. O projeto pode se encerrar aqui, mas também é possível passar tudo a caneta, preferencialmente ponta fina de nanquim, para obter uma aparência mais profissional e também garantir a conservação do desenho.

Para escrever especificações técnicas e legendas de projetos, também será necessário contar com as canetas. As canetas coloridas podem ser usadas para especificar instalações ou detalhes de um desenho técnico ou ainda para colorir um croqui, um layout de decoração, uma paisagem ou uma fachada.

Qual caneta escolher?

O básico entre essas opções de canetas é a nanquim, que é preta e tem mais utilidade até mesmo fora dos projetos arquitetônicos. Se você já tiver familiaridade e hábito, a caneta nanquim recarregável vai ser uma boa e econômica opção. Para quem faz projetos coloridos, as canetas hidrográficas e aquareláveis também são opções adequadas.

Quanto às marcas, você vai poder escolher por custo-benefício, recomendações ou pela que você já conhece e experimentou.

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